quarta-feira, 13 de maio de 2009

A Morte que Fez um Homem Rico


Era uma vez um mendigo que vivia nas ruas de Lisboa. Ele não tinha ninguém e tinha muita fome. Pedia nas ruas umas moedinhas para comprar alguma coisa para comer. Como todos nós sabemos, existem aquelas pessoas generosas que lhe davam algum dinheiro que dava para se ir alimentando.
Um dia, uma senhora chegou ao pé dele e perguntou-lhe:
― Como é que o senhor se chama?
― António Alves. – respondeu ele.
― Era mesmo de si que eu estava à procura.
― O que é que a senhora quer de mim? – perguntou ele com medo.
― Não tenha medo, eu explico-lhe. Um primo seu…
― Qual primo? – interrompeu ele.
― Ele chamava-se Manuel Alves.
― Chamava-se?
― Sim, ele já morreu.
― E porque é que veio ter comigo se ele já morreu?
― É exactamente isso, ele deixou-lhe uma herança.
― A mim? Mas porquê?
― Porquê não sei, mas deixou-lhe muito dinheiro e alguns objectos.
― A senhora não está a gozar comigo, pois não?
― Claro que não! Venha comigo.
E lá foi ele com a tal senhora. Depois de ela lhe ter mostrado a casa enorme com piscina, todos os seus bens preciosos e o seu dinheiro, o mendigo ficou pasmado a olhar para tudo.
A senhora deu-lhe a chave de casa e o cartão de crédito em seu nome e, a partir daí, teve uma vida óptima, mas quando passava nas ruas e sempre que via um mendigo deixava sempre uns trocos.

Ana Carina Mira Tavares nº 1 8º C

segunda-feira, 27 de abril de 2009






O príncipe com orelhas de burro:
Era uma vez um príncipe que pensava que podia fazer tudo o que quisesse e que mandava em todos, isto por ser um rapaz cujo pai tinha muito dinheiro e muito poder.
Um dia, o pai do príncipe foi falar com ele e disse-lhe que ele iria para uma escola aprender o mesmo e da mesma maneira que os outros meninos do reino o príncipe ficou, por um lado, muito triste, mas por outro muito contente, pois era o filho do rei e, por isso, ele é que mandava na escola.
No primeiro dia de aulas, o príncipe foi para a escola, dentro da sua pastinha, levava um sumo e dois pacotes de bolachas. Como ele pensava que por ser príncipe podia fazer tudo à sua maneira, numa das aulas começou a comer as bolachas e a beber o seu sumo. Quando a professora viu:
- José! Não se pode comer nas aulas, come-se no intervalo!
- Mas com quem pensa a senhora estar a falar? Veja lá, é que eu sou o filho do rei!
A professora, com tudo isto que se tinha passado, concluiu logo que o príncipe José, só por ser príncipe, pensava que podia mandar em todos e fazer tudo o que bem lhe apetecesse. Sendo assim, no dia seguinte, antes das aulas, foi falar com o rei e contou-lhe tudo o que acontecera. Os dois chegaram à conclusão de que lhe deviam dar uma lição.
Na aula, o príncipe José fez a mesma coisa e a professora disse:
- José! Já te tinha avisado; por isso desta vez é castigo! Vais ter de usar durante uma semana umas orelhas de burro.
Assim, o príncipe José aprendeu a lição: “todos temos os mesmos direitos, todos somos importantes!”.

Daniela Sofia Custódio Simões
Nº.6 8.ºA